sábado, 16 de novembro de 2013

Dedos ou palheta? Qual o "melhor" jeito de tocar?


Dedos x palheta: a polêmica

Há uma espécie de consenso velado de que quem toca com palheta é pior instrumentista de quem usa o pizzicato, mas essa estória não é bem assim. O que acontece é que cada técnica tem suas vantagens e desvantagens.

A palheta


No caso da palheta, que é aqui o grande demônio, vamos esclarecer algumas coisas. Em alguns estilos, como thrash metal por exemplo, a palheta ajuda bastante na definição das notas pois o baixo tem que dobrar o tempo todo a base das guitarras, que estão palhetando rápido e com grande variação rítmica. Também por uma questão timbrística a palheta te dá uma outra opção de sonoridade, já que ela produz um maior volume de som e um ataque mais cortante. Grandes baixistas tocavam exclusivamente com palheta, e o maior e mais famoso adepto desta técnica é o absolutamente incrível Chris Squire do Yes. O que eu vejo de desvantagem é quando se tem de fazer grandes saltos de cordas, às vezes o som não fica legal, Por exemplo: se você toca na corda lá e precisa ir até a corda sol, a palheta acaba pegando a corda mais aguda de baixo para cima, "puxando-a" como se fosse um pop de slap. Isso faz com que o som da corda aguda soe mais alto que a corda grave o que não fica nada bom.

O pizzicato

No caso do pizzicato produz-se um som com menos volume do que a palheta, mas em contrapartida você tem um controle maior da dinâmica. Os saltos de cordas ficam mais fáceis e não geram diferença de volume entre as notas. Como o ataque da nota é mais fraco, no pizzicato produz-se um som mais aveludado e com maior ênfase nos graves. Outra vantagem é como seus dedos estão livres, você pode alternar o pizzicato com o slap, o que com a palheta fica quase impossível, pois afinal de contas com qual dedo você vai segurá-la?  Quanto as desvantagens, um dos problemas que eu aponto  é que quando se tem de tocar uma mesma nota de maneira contínua por um longo tempo, o baixista pode se cansar, perder a dinâmica e sentir dor.

 Conclusão

 

 Ambas as técnicas possuem suas vantagens e desvantagens. O que é preciso saber é como você construirá sua linha de baixo, para saber qual das duas opções  tornará mais confortável o que você tocará e também qual timbre será mais adequado para a composição. No mais, o importante é tocar e fazer boa música, seja com palheta ou com pizzicato. Som na caixa, moçada!


Johnny Rivers
Baixista e acredita que é produtor! kkk

 

 

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Coletânea de reviews da Central do Rock voltados para baixistas

Coletânea de reviews da Central do Rock voltados para baixistas - Central do Baixo
Hoje é um dia muito especial, pois é o lançamento oficial da Central do Baixo, novo segmento da Central do Rock, com notícias e artigos exclusivos para baixistas e amantes das 4 cordas (se bem que hoje em dia é muito mais comum encontrarmos contrabaixos de 5 e até 6 cordas).

Dando início a esta nova etapa, chegamos à conclusão de que seria interessante listar todos os reviews específicos para baixistas, para que o leitor não perca nada durante esta transição de informações.

Segue abaixo a coletânea de reviews:

1. Review da pedaleira para baixo Zoom B2.1u
2. Review Condor Viola Bass VB40 Deluxe
3. Review Pedal Bass Overdrive da Boss
4. Review Contrabaixo Ativo Strinberg CLB-11A
5. Review Pedal SYB-5 Bass Synthesizer da Boss.html
6. Review encordoamento para contrabaixo Elixir Nanoweb
7. Review Contrabaixo Ibanez SR-505

Um abraço e nos vemos em breve.


Central do Baixo

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

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